A blog about life, love, poetry, biscuits, my bohemian wanderings in Coimbra and other stuff of no particular interest.
All sprinkled with sincerity, humour and a LOT of red red wine.
Sunday, 24 May 2009
Politics
Friday, 13 March 2009
Questioning life and time with friends...
I, myself, have been going out with her since the begining of times! Or possibly since last week, it's hard to keep track, because the passion is all there, I need her every second of my life. Since ever and for ever! It feels like forever and yet not enough.
Because how are you supposed to measure time with the woman that you want to spend the rest of your life(s) with? What would make sense? Light years? Centuries? Nanoseconds? Miles? Parsecs?
Thursday, 18 September 2008
Beloved Princess from the Alder Grove

dreaming of your caresses
turning this winter of longing
into a perfect spring,
where, seating in the edge of the sea,
we touch each other, happily, eternaly
with the single satisfied soul we share.
I am lying, dreaming...
It rains outside, and sense doesn't exist.
The rain is the trunk
where I write your name
with the impossibity of our encounter.
I am lying, dreaming...
dreaming about your silhouette
and to the nature proclaiming
that the river of my love
has no end, has no mouth, has no delta,
and that everything comes together in a fire
that changed a me and a you
for the soft constancy of an us.
Thursday, 11 September 2008
No furacão

Dá-me um carinho de partir pedra
Dá-me asas para voar
Garras para te docemente tocar
Clivar o vácuo intemporal num microsegundo perfeito
Deixa-me beber chá neste furacão
Quero partir montanhas sem as magoar
Quero explodir num único ponto
Quero rebentar com o universo
Num aso de amor universal
Clivagem e fusão de estrelas
Quero beber cá no olho do furacão.
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Now playing: Fields of the Nephilim - Love Under Will
via FoxyTunes
Sunday, 20 July 2008
Como identificar um estudante de medicina (obrigado Sara)
Estudas medicina quando: * toda a gente te pergunta com horror e expectativa se já viste um morto, sem importar o ano em que estás;
* todos os amigos e familiares te vêm pedir conselhos e ajuda quando alguma coisa lhes dói - mesmo que seja o teu primeiro dia, do teu primeiro ano;
* respondes aos convites dos teus amigos com um 'não posso, tenho que estudar' ou um 'não posso, tenho banco';
* amanhece sem te teres deitado - e não é por teres andado a curtir as discos;
* não importa o muito que estudes, cada vez sentes que te falta saber mais e mais;
* se vais passar um fim de semana fora, levas mais livros que roupa na mala;
* esperas com ansiedade o fim de semana para poderes estudar o que não conseguiste fazer durante a semana;
* estás mais familiarizado com os apelidos Rouviére, Harrison, Moore, Robbins, Netter, etc, do que com os apelidos dos teus colegas de curso;
* demoras pelo menos um minuto a responder à pergunta 'quanto dura o teu curso?';
* sentes que todos os teus colegas de secundário estão em cursos mais fáceis que o teu;
* questionas-te frequentemente com que idade acabarás por te casar ou ter filhos;
* puseste várias vezes a hipotese de mudar de curso, para comunição ou turismo;
* sentes que não restam coisas no mundo que te possam fazer nojo;
* descobres que não podes comer com os teus companheiros de curso sem, inevitavelmente, acabarem a falar de temas médicos;
* sentes-te menos se o teu estetoscópio não é 'Littmann';
* entendes automaticamente o significado de siglas como HTA, DPOC, ICAD, EPO, IL-2 ou EAM;
* não te doem os músculos - tens mialgias - nem tens sede ou fome - tens polidipsia e polifagia;
* uma pessoa não está deitada de barriga para cima, mas sim em decúbito dorsal;
* eliminaste do teu léxico o sufixo 'logia' e limitas-te a dizer 'morfo', 'micro', 'fisio', 'cardio', 'embrio', 'bio'...;
* tomas mais café que água, por dia;
* estranhas os dias em que consegues saber o que se passa com a actualidade nacional;
* apercebes-te que começou uma guerra, precisamente após esta ter terminado;
* cada vez que comes ou bebes algo, reparas na composição, calorias, pH e vitaminas;
* tratas de recordar todos os dias a razão pela qual entraste em medicina, e se não a encontras consolas-te a pensar no tempo que falta para te licenciares ...
Friday, 18 July 2008
Turma 8
Nunca mais sentirão a presença do metaleiro de humor negro, nem eu nunca mais terei o prazer de conviver com tais meninas. Desde a volumptuosa Luísa, à Belga Laura Deprez, até à interessante/ligeiramente irritante Lara Tomás. A carimática Liliana, a inocente Laura, a bela Miste (come on baby light my fire!)... Os amigões que foram o Manel, o Teixeira e tantos outros...
Esta é para vocês!
in the heat of the day
When I close my eyes
when I look your way
When I meet the fear that lies inside
when I hear you say:
In the heat of the moment
say
say
say:
Some day
some day
some day - dominion - come a time
Some day
some day
some day - dominion -
Some say prayers
some say prayers
now
I say mine.
In the light of the fact
on the lone and level the sand stretch far away
In the heat of the action and in the settled dust
hold
hold and sway.
In the meeting of mined and down in the streets of shame
In the betting of names on gold to rust
In the land of the blind -
Be king
king
king
king.
Some day
some day
some day -
Dominion -
Some say prayers
some say prayers
Now
I say mine.
In the land of the blind -
Be king
king
king
king!
Some day
some day
some day -
Dominion -
Some say prayers
Some say prayers
Now
I say mine.
Tuesday, 15 July 2008
Coimbra é uma lição
É o que faz andar a conduzir em Coimbra
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Now playing: Fields of the Nephilim - Psychonaut Lib III
via FoxyTunes ...
Tuesday, 24 June 2008
1000 Rosas vermelhas... mas apenas uma com os espinhos virados para dentro...

Tomas banho em leite renovador, mas a tua alma morre lentamente... com pétalas de rosas. Vermelhas. Mas o teu sangue teima em palidecer.
As pétalas estão cortadas, mas não sangram. Tu estás inteira, mas no teu coração já é pouco o sangue que te aquece.
Será por teimosia que o teu cabelo é mais rúbio que as próprias rosas?
Eu seguro uma rosa. Solitária. Aroma intenso, envolvente, mas aprisionante, que me amortece os sentidos. Das mesmas rosas que tu, sem remorsos, cortas a corola para a afastar dos espinhos. Sem espinhos e sem suporte, as rosas não se seguram, e não são mais que involuntários navios à deriva, naufragados na tua banheira. Roçando a tua pele alva, nua, mas sem alma, pois a tua mente está longe da banheira.
As pétalas partilham do sofrimento do teu coração.
Sinto um cheiro mais intenso. As rosas lançam sempre o seu aroma mais fortemente na iminência da sua morte. O seu cheiro ultrapassa mesmo o cheiro do fogo que as consome...
Eu não percebo quando acabam os dias e a noite começa... Que dia escrevemos ou quão depressa o tempo corre. Talvez passemos os dias a fugir, ou morramos no mesmo local. Mas não tenho medo da inevitabilidade da natureza. Só ou acompanhado.
Estás ao meu alcance, mas não esticas completamente os braços para me tocar. Nem eu. O teu cheiro a rosas é demasiado intenso para os meus sentidos, confunde-me, deixa-me sem equilíbrio. Ou serás tu, uma rosa de cabelos carmesins, caule alvo como a neve coberta por uma capa negra... uma rosa com os espinhos virados para dentro...
E eu seguro uma rosa... solitária... aroma demasiado intenso... envolvente, aprisionante, que me abafa os sentidos! Mordo-lhe as pétalas para sentir a sua amarga seiva nos meus dentes... uma rosa com os espinhos virados para dentro...
Monday, 9 June 2008
Paz clínica
One more medicated peaceful moment.
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Now playing: The 69 Eyes - You're a lost little girl
via FoxyTunes
Saturday, 24 May 2008
Enfermeiras ganham menos se não usarem mini-saia


Enfermeiras ganham menos se não usarem mini-saia!
As enfermeiras da Clínica San Rafael, da cidade de Cádis, no sul de Espanha, foram punidas porque se recusaram a usar mini-saia no trabalho.
O uso de um uniforme com saia curta é obrigatório para as enfermeiras da clínica, mas um grupo de funcionárias decidiu desobedecer à norma e substituiu as saias por calças de tecido leve com o logótipo da clínica, roupa permitida para funcionários que não trabalham directamente com o público.
Segundo a sindicalista Adela Sastre, presidente do Sindicato das Enfermeiras, as funcionárias deixaram de receber «cerca de 30 euros correspondentes a um complemento de assistência e dedicação, que não tem nada a ver com o vestuário».
As 12 funcionárias fizeram queixa ao sindicato, que disse que vai entrar com um processo contra a clínica. «Sentimo-nos como objectos decorativos. Para trabalhar não temos liberdade de movimentos, nem nos podemos baixar para atender os pacientes que estão nas camas», disse a sindicalista.
Já para o gerente da clínica, José Manuel Pascual, vestir uniforme é «parte essencial do dever das trabalhadoras».
Anotações: QUERO IR TRABALHAR PARA ESPANHA!!!!
Agora a sério... tomem lá o site com mais destas "notícias", Oten, Ancalagon, Ana e o resto do pessoal que costuna vir cá ao blog. Se eu vos vou nomear a todos estou lixado.